A esperança como pesadelo

Fim de mais um ano, novas invenções, o espelho não prova mais que envelhecemos, a produção de riqueza aumenta, mas em que país as colunas da ordem e da desordem não são artifícios do progresso de um tempo inventor de pesadelos.

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Sem apelar para o otimismo meio cínico de quem vê transcendência na bagunça que são as equivocadas preferências do mundo, mas também sem se perder na indiferença de quem acha que nada mais é genuíno e verdadeiramente bom, o tempo de Natal e Ano Novo é sempre uma boa época em que a pausa nos permite refletir sobre o que vai bem e o que vai mal por aí.


Em sua primeira mensagem por ocasião do dia de Natal, o Papa Leão XIV disse que o mundo melhoraria de verdade “se entrássemos de fato no sofrimento dos outros e fôssemos solidários com os fracos e os oprimidos”. A mensagem, seguida de uma benção direcionada à cidade [de Roma] e ao mundo, lembra o imperativo ético de, em primeiro lugar, proteger os desprotegidos e melhorar a vida daqueles que estão numa situação de maior vulnerabilidade. É essa a primordial capacidade de amar, para quem quer ser verdadeiramente feliz.
Nas principais praças do mundo, no........

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