Pulverização da direita e da esquerda marca a briga pelo governo de MG

A pulverização e a fragmentação da direita não vão acabar com a definição do quadro sucessório para governador de Minas. Ao contrário, vão se agravar no primeiro turno. Em menor grau, afetaram também a esquerda, onde o presidente Lula (PT) não conseguiu unir todos os aliados de seu governo em uma mesma chapa. Experiente e escaldado, o petista é camaleônico e sabe tirar proveito da divisão e dos antagonismos do eleitorado. Terá votos no seu próprio campo, entre os eleitores de seu candidato a governador, Patrus Ananias, e até dos rivais. Quem não se lembra dos votos “lulécio” (2002 e 2006), “dilmasia” (2010) e Lula/Zema em 2022? 

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O campo da direita não sairá do ringue numa luta fratricida para chegar ao segundo turno. Serão três homens em conflito. O empresário Flávio Roscoe (PL) terá briga direta com o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) para ser o representante do bolsonarismo em Minas. Indiretamente, ambos brigarão com o governador Mateus Simões (PSD) na disputa pelos votos da direita. Um terá que matar os outros dois para ir à segunda etapa. Caim, Abel, Abimeleque, Hamlet e Cláudio são exemplos desse confronto pelo poder.

São iguais, mas têm características diferentes. Roscoe vai carregar no carimbo bolsonarista para atrair esse........

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