Quando o farmacêutico vira confidente de clientes de tadalafila
Quando um homem vai à farmácia comprar um medicamento para disfunção erétil, como a tadalafila, quase nunca comenta o assunto com amigos. A conversa costuma ser rápida, discreta, às vezes feita em voz baixa e, muitas vezes, a única pessoa que participa desse momento é o farmacêutico.
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João Elias, farmacêutico há 25 anos, diz que já viu essa cena se repetir várias vezes. “Me dá um perigoso’”, conta. “O que pude perceber, e o que alguns clientes chegam a dizer, é que eles têm medo de falhar. Às vezes, é com uma amante ou com alguém que acabara de conhecer”, relata.
Esse tipo de confidência, segundo João, nem sempre fica apenas no balcão. Ele lembra de um caso que, na versão contada pelo cliente, terminou em crise conjugal. O homem usava a tadalafila e a esposa sabia. Em casa, ela percebeu que a cartela estava com um comprimido a menos e estranhou. “Antes tinha quatro, agora tem três”, teria dito ela. O marido tentou justificar com um motivo qualquer, mas a conversa virou discussão quando a esposa confrontou: “Com quem você usou? A gente não faz sexo há dias.” João........
