Somos um país doente até no futebol
Nova York – Uma eliminação vergonhosa, com um técnico que nada conhece do nosso futebol, que fez a convocação mais esdrúxula da história ao preterir jogadores em plena forma, que fizeram grandes jogos no Brasil, para privilegiar ex-jogadores em atividade. Alguns que já haviam nos entregado em Copas anteriores e outros sem a menor condição de servir ao país, caso do fracassado Neymar. Quando você tem “jornalistas” comemorando a convocação de um ex-atleta em atividade, você percebe o quanto estamos carentes. O “maior artilheiro da seleção, que superou Pelé”, com gols contra Japão, Zâmbia, Cingapura e outras seleções de terceira linha do futebol mundial. Um egocêntrico, que trouxe para cá um relógio para cada um dos outros jogos, mas que vai ficar sem usar pelo menos três, já que o Brasil sucumbiu, mais uma vez, para uma seleção de segunda linha do futebol. Um time doente, que tinha no fracassado Danilo, reserva no Flamengo, o tal “líder” em Casemiro, ex-jogador em atividade, a sustentação da defesa, em Alisson, o goleiro “chama gol”, e em Paquetá, o suposto “10”, um jogador burocrático........
