Dos restos fez-se a luz

Einstein disse certa vez que uma mente que se abre a novas ideias jamais volta ao seu tamanho original. Apesar dessa sugestão, feita por um dos mais brilhantes pesquisadores que o mundo já viu, insistimos em manter os horizontes limitados pela nossa zona de conforto.

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Para que pensar sobre mudanças climáticas, se estou bem do jeito que estou vivendo?

Para que pensar sobre novas tecnologias, se as que tenho em casa já satisfazem minhas necessidades mais sensíveis?

O problema é que pensamentos como esses acabam perpetuando um status quo que, se por um lado atende parte das minhas necessidades, por outro despreza e ignora tantas outras.

No artigo de hoje, quero apresentar uma nova tecnologia, a AuREUS, mas, mais do que isso, gostaria de utilizá-la para refletir sobre a maneira como nossa sociedade está adoecendo, fixada em formas de fazer que buscam preservar a zona de conforto em vez de buscar inovação, desenvolvimento e melhoria contínua.

A história da AuREUS nasce da inquietação de Carvey Ehren Maigue, um jovem estudante de engenharia das Filipinas que se recusou a aceitar os limites impostos pela tecnologia solar tradicional. Em vez de seguir o caminho mais óbvio, tentando apenas melhorar o que já........

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