Nem STF, nem TCU, o dilema de Pacheco é Minas |
Depois do caso Jorge Messias, o grupo político alinhado ao senador Rodrigo Pacheco (PSB) aguarda que o governo Lula reagrupe a sua base política no Congresso Nacional, em particular no Senado. Essa é uma condição para que o senador defina se será candidato ao governo de Minas. A leitura é de que, se concorrer no estado, é esperada a sobreposição do voto em Lula e em Rodrigo Pacheco. Interlocutores do senador reiteram, conforme o próprio Pacheco já declarou, que o Supremo Tribunal Federal (STF) é “página virada”. Contrariamente à boataria que circulou nesta segunda-feira, Pacheco tampouco tem intenção ou projetos para o Tribunal de Contas da União (TCU). Indicado pelo Senado, aos 47 anos, o ministro Bruno Dantas segue no TCU, embora muito tenha sido dito de seu projeto para o STF – o nome dele foi cogitado para a mesma vaga aberta pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Ao que tudo indica Bruno Dantas, neste momento, não irá para a iniciativa privada. Portanto, segue na cadeira.
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O único dilema de Rodrigo Pacheco neste momento é se irá concorrer ao governo de Minas ou se afastará da vida pública, retomando o seu escritório de advocacia. É dilema de foro íntimo, por um lado. Mas, por outro, considera as circunstâncias políticas. A decisão de concorrer passa pelo desempenho do governo federal. Sem recomposição da base e da governabilidade, Lula teria dificuldades de aprovar pautas, consideradas vitrines, como o fim da escala 6x1.
Dados os impasses e derrotas junto ao Congresso Nacional na semana passada, a alternativa de Lula tem sido........