Flávio e Lula em disputa pelo pêndulo de Minas
O presidente Lula (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) chegam a Belo Horizonte, nesta sexta-feira, 20, com o propósito de alavancar a candidatura de Patrus Ananias (PT) ao governo do estado. Liderança do senador Cleitinho (Republicanos) à parte, diante de um cenário eleitoral fragmentado à direita e à esquerda, Lula precisa de uma eleição em dois turnos no estado. E de preferência que Patrus esteja lá. Na hipótese de Patrus não chegar, que pelo menos o faça um nome do campo não bolsonarista. Tal condição é essencial para que o presidente, que busca a reeleição, tenha no segundo turno da disputa presidencial uma estrutura de apoio no estado. Ao menos uma candidatura não bolsonarista num eventual segundo turno da sucessão mineira também evitaria a coesão das forças políticas da direita e o isolamento do campo da esquerda. A mineira é, neste momento, ainda uma sucessão incerta. Depois de Flávio Bolsonaro (PL) esta semana em apoio a Flávio Roscoe (PL) é a vez de Lula marcar presença.
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Diante da grande probabilidade de a sucessão estadual de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, se encerrar no primeiro turno – entre os sete candidatos registrados, apenas Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) têm estrutura partidária e acesso ao fundo eleitoral – Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral, assume particular relevância. Embora Lula seja favorito neste momento, a campanha presidencial é dura, tende a ser vencida por estreita margem e, assim como ocorreu recentemente entre os países........
