Papudinha e a pressão por domiciliar

A transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha, passou a ser explorada politicamente por aliados em Minas Gerais. O discurso adotado é o de perseguição política, sob o argumento de que Bolsonaro não foi encaminhado para prisão domiciliar.

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Fato é que a saída da Superintendência da Polícia Federal ocorreu com autorização judicial e resultou em melhora nas condições de custódia. Bolsonaro passou a cumprir a detenção em ambiente menos restritivo, com rotina definida e acompanhamento médico permanente, com assistência disponível 24 horas. Interlocutores admitem, de forma reservada, que a permanência na Papudinha é mais confortável do que na PF.

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