Opinião | STF, Trump, Putin, ONU: conheça as previsões de Rodrigo da Silva para 2026

O que esperar de Israel e do Oriente Médio em 2026

Eleições gerais e implementação de plano de paz são os principais desafios. Crédito: Daniel Gateno e Gabriella Lodi/Estadão

2026 está chegando e este jornal seguirá publicando o que de mais importante acontece no mundo.

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No Brasil, por exemplo, os ministros do Supremo Tribunal Federal continuarão governando como quem julga, e julgando como quem governa – legislando por despacho, interpretando a Constituição como um texto em aberto e tratando o Congresso como uma instância decorativa, útil apenas quando confirma decisões já tomadas.

Também continuarão expandindo competências em nome de “excepcionalidades” permanentes, certos de que não há freio institucional, nem custo político relevante. A certeza de impunidade – construída debaixo da covardia do Senado – seguirá sendo o cimento desse arranjo.

Em 2026, a separação de poderes no nosso país persistirá existindo mais como uma fórmula retórica do que como prática efetiva, e o STF seguirá acumulando funções que não lhe foram delegadas – e que ninguém parece disposto a retirar.

Nas eleições mundo afora – dos Estados Unidos ao Brasil – as IAs continuarão sendo usadas para enganar eleitores que clamam para serem enganados. Deepfakes, vozes falsas e imagens fabricadas seguirão circulando não para converter indecisos, mas para confortar convicções pré-existentes.

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A tecnologia não criará a mentira política – apenas a tornará mais barata, mais rápida e mais........

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