Notícia | Potência olímpica? As consequências catastróficas do investimento de Eurico no Vasco para Sydney |
Eurico Miranda dizia que, nos Jogos Olímpicos de 2000, em Sidney, na Austrália, o Vasco era uma nação. A provocação tinha base. Com dezenas de atletas olímpicos contratados para representar o Brasil, havia mais vascaínos do que muitos países inteiros.
Esse era o lado bom da história. Sem a promessa financeira, muitos esportistas não teriam cruzado o planeta para participar da competição. O lado negativo é que, sem que as promessas fossem cumpridas, os atletas ficaram sem dinheiro, nem apoio. E o clube quebrou.
O investimento olímpico não foi a única razão para a crise financeira que teria início ali, na virada do milênio, para o Vasco. O rompimento com o Bank of America, a briga com a Globo e o início da decadência de Eurico, como cartola, contribuíram. O sonho da potência olímpica foi mais um fator.
No quadro “Entre as Linhas”, a coluna se debruça sobre documentos para contar histórias. Nesta quarta-feira, orçamentos e balanços antigos do Club de Regatas Vasco da Gama são recuperados para relembrar uma fase peculiar de sua história.
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