Opinião | Que Brigitte Bardot descanse em paz, causando, quem sabe, algum rebuliço no céu que nos aguarda

Brigitte Bardot, ícone do cinema, morre aos 91 anos

Musa dos cineastas, defensora dos animais e dona de opiniões polêmicas; relembre sua trajetória. Crédito: Imagens: AFP | Edição: Júlia Pereira

Brigitte Bardot irrompeu na minha vida quando eu tinha 14 anos. Com o toque de “coisa de cinema” tal como esse agressivo e violento rapto do ditador Nicolás Maduro pelo gângster que hoje manda no mundo, Donald Trump.

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Morta, BB deixa uma nostálgica lembrança no cronista que, adolescente, só conhecia cinco mulheres: mamãe, titia, a irmã Ana Maria, vovó e a leal empregada Ilma. Todas interditadas, todas alvo do afeto devotado a uma outra mulher: a santíssima Virgem Maria.

Mulheres interditadas não........

© Estadão