Opinião | Futuro do Chavismo depende da capacidade da elite burocrata-militar da Venezuela dizer sim aos EUA |
Quase como ato primeiro da administração coercitiva-remota que pretendem para a Venezuela, Donald Trump e Marco Rubio apressaram-se em desqualificar — descartar mesmo — as lideranças representativas da oposição na Venezuela. A memória da eleição presidencial ilegítima de 2024, que dá concretude à fragilidade da soberania venezuelana e compôs os fundamentos para a ação militar americana, torna-se agora – extirpado Nicolás Maduro – complexo deletério para “os interesses nacionais dos EUA”.