Democracia não se negocia: a resposta do CDS ao populismo |
Em plenos dias de aprovação do Orçamento do Estado na Assembleia da República, deputados eleitos pelo povo português, frutos finais do resultado das últimas eleições legislativas, realizadas de forma livre e democrática, debatiam as suas ideias para o país numa das sessões parlamentares.
De um lado da Assembleia, a bancada do CHEGA, com um crescimento exponencial da sua representatividade no Parlamento no decorrer dos últimos anos, responsável por originar debates calorosos, intensos e efusivos num dos edifícios mais importantes do país. Não obstante, a menção das inúmeras polémicas (sociais, judiciais e de naturezas subjacentes) da qual uma parte relevante dos membros do partido de extrema-direita têm se envolvido.
Do outro lado, Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal e encarregado de guiar o país num dos momentos mais delicados, decisivos e cruciais desde que se conheceu a luz da democracia. O seu desempenho político tem conhecido um parecer múltiplo, devido às contestações perante as suas decisões e filosofias de gestão. Este cenário complexo provém de tantos outros fatores, acumulados em notícias promovidas pelos demais órgãos da comunicação social, advindos desde debates e declarações públicas, até acusações de foro legislativo, económico, social, educacional, da saúde e tantas outras áreas base.
Contudo, a insatisfação em formato de bola de neve encontrou o seu espaço na apresentação do Orçamento do Estado para o próximo ano (2026). A Aliança Democrática........