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O “despertar” europeu

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09.02.2026

 



 

 

Um grande incêndio pode começar por um fósforo que se acende. Assim como uma simples perceção pode espoletar uma guerra. Ou seja, se um pequeno chamiço pode causar a destruição da natureza e bens materiais, já uma ideia, por vezes falsa de que nos querem tramar, pode dar azo a um conflito de consequências imprevisíveis. Dado que o fogo e a guerra andam irmanados na destruição e morte. Daí, que nós europeus estejamos hoje perante a possibilidade eminente de nos vermos envolvidos num conflito que não desejamos. Porém, se como alguém um dia disse ser em tempo de paz que se cometem muitos disparates, a guerra é o preço que pagamos por eles. 

Pois bem, as imagens que nos chegam todos os dias da Ucrânia, desde há 4 anos, deveria ser o suficiente para se interromper este aparente “eterno descanso” que se vive no seio da União Europeia (UE) em relação à defesa de todos os países-membros. Isto, porque alguns dos responsáveis políticos que os vêm governando, têm andado entretidos com........

© Diário do Minho