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Hábitos bons versus hábitos maus

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21.01.2026

Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.), filósofo ateniense chamou ao hábito a nossa segunda natureza; e isto porque o hábito, não sendo uma aptidão natural mas adquirida, entranha-se de tal forma em nós – seja no ser, seja no estar – que nos faz lembrar os próprios instintos; e, daí, o nosso povo sempre afirmar que o hábito faz o monge e somos animais de hábitos.

Todavia, quando um hábito se escapa ao poder da vontade, luta contra ela e muito dificilmente se deixa vencer; é, então, que a tal hábito damos a designação de vício porque consigo arrasta formas de ser e estar contrárias à nossa intrínseca natureza.

Mas, falemos de bons hábitos, dos hábitos mais simples e importantes que podemos construir e contrair como sejam vestir, lavar os dentes, escrever, apertar os sapatos, fazer a barba, tocar violino, etc. etc. etc. ora, como igualmente os de falar corretamente, estudar, ser atento no........

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