O Diabo, as guerras e danação

Devido à guerra iniciada pela Rússia, Estados Unidos, Israel e outros conflitos sociais, afirma o povo que os respectivos líderes estão loucos ou se encarnou neles o Diabo. Mas o Diabo existe e actua? Vejamos.

O Diabo foi banido, nas últimas décadas, das pregações do mundo católico, mas o Papa Francisco desafiou o inimigo n.º 1 do catolicismo, por duas vezes.

No início do seu pontificado, a 14 de Março, na Capela Sistina, citou o escritor francês Léon Bloy: “Quem não reza ao Senhor, reza ao diabo.” E logo a seguir, acrescentou: “Quando não se confessa Jesus Cristo, confessa-se o mundanismo do Diabo.” No dia seguinte, voltou à carga e deixou um aviso sério aos cardeais: “Não cedamos nunca ao pessimismo e à amargura que o Diabo nos oferece.”

A batalha não ficou por aí. Poucos dias depois, Francisco relembrou o Demónio, num discurso dirigido aos jovens. “E nestes momentos vem o inimigo, vem o Diabo, muitas vezes disfarçado de anjo e ardilosamente nos diz a sua palavra. Não o escuteis”.

Mesmo antes de chegar à Cátedra de São Pedro, e quando era cardeal, Bergoglio já falava publicamente do Demónio. Ainda em Buenos Aires, chegou a........

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