Robin do Rato
A história mítico-romântica de Robin dos Bosques, passada no séc. XIII (?) e muito televisionada nos meus tempos de criança, renasceu das cinzas e está em exibição no Rato. O primeiro personagem a representar o papel desse “fora-de-lei”, na política lusa, a tempo inteiro, foi Guterres. Boa pessoa, bom actor, mas mau governante. A sua acção foi marcada pela tibieza, pela hesitação e pelos números enrolados. Seguiram-se outros dois actores, estes de má qualidade: Sócrates, o desterrado na Ericeira com uma bancarrota no papo, e o eminente Costa, o exilado em Bruxelas e indiciado na operação “Influencer”. Agora, apareceu na cena uma cópia do “picareta-falante”, mas possuído de humanidades. Um Guterres II, de pior qualidade, claro, que ascendeu a mordomo do antigo palácio do Marquês da Praia, no Rato, através de votação coreana.
1 - O PS não é capaz de aprender nada com as experiências governativas falhadas que executou durante tantos anos de poder. Bate sempre nas........
