Da proximidade à aproximação… um caminho a fazer |
«Vivemos imersos na cultura do efémero, do imediato, da pressa, bem como do descarte e da indiferença, que impede de nos aproximarmos e pararmos no caminho para olhar as necessidades e os sofrimentos à nossa volta. A parábola relata que o samaritano, ao ver o ferido, não “passou ao largo”, mas teve para ele um olhar aberto e atento, o olhar de Jesus, que o levou a uma proximidade humana e solidária. O samaritano «parou, ofereceu-lhe proximidade, curou-o com as próprias mãos, pôs também dinheiro do seu bolso e ocupou-se dele. Sobretudo deu-lhe o seu tempo». Jesus não ensina quem é o próximo, mas como ser próximo, ou seja, como nos tornarmos nós mesmos próximos».
Este excerto da mensagem do Papa Leão XIV para o 34.º Dia Mundial do Doente quase se pode considerar uma espécie de exame de consciência ao nosso ‘eu coletivo’, tanto eclesial como social, político, nacional ou internacional.
Vejamos alguns dos itens desta citação.
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