Como o PSD de Braga passou a figurante no palco distrital
As eleições internas no PSD chamaram atenção dos media por algo que seria natural, a sua disputa em Braga. Não foram quaisquer vinganças ou guerrinhas. Foi a democracia interna que é alternativa, pluralidade, ideias diferentes, pensamento refletido e crítico, ainda que convergente com os alicerces do partido, a linha orientadora deste. Se não houver democracia em casa, na rua é só encenação. O pensamento único, a unicidade, os comités centrais, não são o ADN do PSD. Pretender alterar esta dinâmica, apagará raízes que todos evocam, mas que muitos não querem semear. É por isso incompreensível ver-se, numa discussão democrática, um qualquer ataque. Aliás, só uma visão redutora o pode conceber. Passar-se do confronto político e debate das ideias para o plano pessoal é o caminho mais próximo de, ultrapassadas umas eleições, não se lograr a reunião de sensibilidades na comunhão do interesse maior e comum, o servir o país, os portugueses. Não se trata de visões opostas, são caminhos........
