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Antes da (minha) pausa

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16.07.2026

O artigo anterior teve como tema principal o antigo selecionador Roberto Martínez e todo o trabalho negativo que desenvolveu à frente da Seleção de Portugal, desperdiçando muito do talento individual de que dispunha. As más opções, as amarras e as influências externas a que o próprio se sujeitou no seu trabalho conduziram a uma saída pela porta pequena. O técnico espanhol deixa poucas saudades, porque nunca soube gerir o grupo que formou, nem explicar de forma convincente as razões das suas escolhas, apesar do esforço que fez para aprender a Língua de Camões.

Rei morto, rei posto. O novo ocupante do cargo de selecionador nacional é Jorge Jesus. É público que esta não seria a minha escolha, pois considero que havia opções melhores e mais jovens. Ainda assim, desejo o maior sucesso a Portugal e espero que o novo responsável saiba premiar quem trabalha para........

© Diário do Minho