O fim anunciado da “negligência grosseira” como escudo dos bancos

Já diversas vezes aqui escrevi sobre a responsabilidade bancária em casos de fraude digital, seja phishing, pharming ou outro qualquer mecanismo de engenharia social.

Até porque nos últimos anos, o phishing ou qualquer outra forma de engenharia social deixaram de ser um risco remoto para se tornarem uma realidade quotidiana para milhares de consumidores. Em Portugal, porém, à perda financeira causada pela fraude digital soma-se frequentemente uma segunda frustração: a recusa dos bancos em reembolsar os montantes indevidamente subtraídos, com base na alegada “negligência grosseira” do cliente.

Esta prática, generalizada do sector bancário,........

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