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F1: O adolescente que não sabe bem para onde vai

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22.07.2026

Depois de em 2025 Lando Norris se ter sagrado campeão do mundo de Fórmula 1, num McLaren que surpreendeu o mundo – e a Red Bull de Max Verstappen, então o favorito para arrecadar o pentacampeonato – sabia-se que podia ser o primeiro acontecimento de uma catadupa de surpresas na modalidade.

As alterações técnicas que estavam na calha para 2026 – olá, motores híbridos – concentraram grande parte dos esforços das equipas da grelha e dizia-se à boca pequena que muitos teams estavam a apostar as fichas todas nesta temporada. A Mercedes era uma delas.

Por isso, quando a dança das cadeiras dos pilotos (e de alguns responsáveis de topo) começou, também ninguém se surpreendeu particularmente. No início desta temporada, e com muito mais dúvidas do que certezas sobre quem podiam ser os potenciais vencedores, havia naturalmente nomes favoritos: Max Verstappen, um dos melhores pilotos da grelha; George Russell, que ascendera ao lugar de veterano da Mercedes depois da saída de Hamilton para a Ferrari, os pilotos da McLaren, Lando Norris ou Oscar Piastri, cujos carros tinham surpreendido no ano anterior e, claro, Lewis Hamilton, que desde 2025 veste o fato da Ferrari.

Foram feitas apostas,........

© Diário de Notícias