“Quando eu quiser…”

Andava o mundo angustiado com guerras e crises várias, com discussões sobre a vinculatividade do Direito Internacional, quando sobre Portugal se abateram, qual sinal dos tempos, várias tempestades.

Ainda as comissões nomeadas para estudar os fogos de verão não teriam concluído nada de muito relevante e somos assolados por invernosas tempestades homéricas. À floresta ardida sucedem-se casas destruídas ou danificadas, parece que mais de 200.000, vias de comunicação inutilizadas, fábricas sem condições para a laborar, as florestas que não arderam no verão, são agora arrancadas, e muita gente a ficar mais pobre do que infelizmente já era e sempre foi.

Por outro lado, fragilidades várias e nunca explicadas, veja-se o apagão ibérico ou o recente tempo de espera pelo restabelecimento do abastecimento de eletricidade - que não de luz, como muitos........

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