Ao correr da pena (e do computador)

Estes dias que precedem as grandes escolhas deixam aquele que escreve sem tema fixo, ao correr dos dias, (podem chamar-lhe cronista) preso numa paralisia própria de quem enfrenta a Medusa da incerteza, sem um espelho que lhe permita vê-la, mas não a olhar de frente.

Não tenho mais nem melhores argumentos para explicar o meu voto em António José Seguro (posso revelar, hoje ainda não é o dia de reflexão...) do que todos aqueles que têm sido apresentados pelos que fizeram a mesma escolha. Mas a paralisia ante a Medusa da incerteza torna difícil desenvolver outro tema, pegar noutro assunto, e tão saudável seria podermos descansar o espírito e a escrita de tanta política!

É que as torres de marfim, além de caríssimas,........

© Diário de Notícias