Três imperialismos e uma realidade democrática nos cuidados intensivos |
O que estamos a assistir, actualmente, é a redefinição de novas áreas de influência mundial, basicamente, três coincidentes com a existência de ditaduras e oligarquias que actuam no sentido da obtenção de matérias primas que, futuramente, vão ser necessárias para a continuidade do crescimento económico dos países.
Estados Unidos, China e Rússia, três países com ditaduras de diferentes matizes que tudo fazem para exercerem o seu poder noutros países que, diariamente, vêm a sua soberania ameaçada.
Trump bombardeou a Venezuela, um país soberano, prendeu o seu presidente e mulher, não pela droga mas pelo petróleo e as terras raras que existem naquele país.
A China não se cala com Taiwan porque está lá a tecnologia mais desenvolvida de chips que tão necessários vão ser no futuro. Junta a isso uma componente de discurso político da reunificação da mãe pátria e um mais fácil acesso ao Oceano Pacífico.
Finalmente a Rússia com um projecto de imperialismo territorial nascido na cabeça de um ditador que além de querer as terras raras ucranianas e a riqueza do Donbass, tem a estúpida ambição política da reconstrução do velho império soviético/russo.
No meio destas três entidades ditatoriais temos uma........