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As contas que têm de ser certas

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19.10.2021

É de elementar bom senso que a recuperação económica e social na saída da pandemia exige um orçamento mais ambicioso que nunca no combate ao atraso estrutural do país. Um orçamento que saia da inércia de acrescentar umas décimas a uma rubrica do anterior e tirar umas décimas a outra e assuma o desafio de mexer no que é fragilidade estrutural do país: salários médios esmagados, pensões baixas, SNS sob pressão não do número de internados, mas da desmotivação dos seus profissionais.
Pois bem, apesar de este ser o último ano em que a União Europeia suspende as regras espartanas de limites do défice e admite um mínimo de respiração aos orçamentos nacionais, o orçamento apresentado pelo Governo tem como escolha de fundo a contenção da despesa, atribuindo somente 0,5% do PIB aos estímulos........

© Diário As Beiras


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