“Do Minho para Belém” |
No próximo dia 18 de janeiro, os portugueses voltam às urnas. Desta feita, para elegermos o próximo Presidente da República. Estas eleições são, só por si, inéditas pelo número de candidatos que se apresentam a votos: são 11. E deixem-me já dizer: estas eleições não podem ser sinónimo de brincadeira ou descredibilização da função de Chefe de Estado; em particular, quando o número de candidatos, per se, significa já uma muito provável dispersão de votos. É preciso sermos sérios e conscientes no sigilo da cabine de voto.
Permitam-me fazer uma análise daquele que me parece ser o candidato mais bem preparado para ser Presidente da República: o mais experiente, o mais capaz, o que tem o maior percurso e dimensão política – Luís Marques Mendes. Porque não se enganem: o cargo de Presidente da República é, inevitavelmente, um cargo político; o mais alto cargo político no nosso país. E não é por ser, na sua génese, o maior cargo político da nação que torna os demais candidatos impreparados ou que torna qualquer português que não se tenha dedicado à causa pública ao longo da sua vida automaticamente inábil para o exercício desta função.
Analisando todos........