menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

“O básico não é uma obra”

17 0
07.06.2026

A manutenção do território, das suas infraestruturas e do seu edificado não é algo inovador nem visionário. É o básico. Se existisse um manual de gestão municipal para principiantes, a manutenção do espaço público estaria nos primeiros capítulos. É verdade que foram lançados um conjunto de obras de repavimentação de ruas pelo Município de Braga e que as Infraestruturas de Portugal estão repavimentar a estrada que liga Sequeira ao E´Leclerc, toda a estrada de Adaúfe, a Avenida António Macedo e Avenida Cónego Jorge Peixoto Coutinho (Variante entre o E´Leclerc e o acesso ao Hospital). Ainda bem. As ruas precisam de ser mantidas. O problema é que a manutenção de um território não se esgota no pavimento. Um território não é apenas a camada de asfalto. É também a sinalização horizontal e vertical, os passeios, os abrigos de transporte público, a iluminação, as árvores, os bancos, os equipamentos públicos e todo o conjunto de infraestruturas que fazem uma cidade funcionar diariamente. Repavimentar ruas é necessário. Transformar essa obrigação básica numa visão para o território é outra coisa. Durante mais de uma década anunciou-se muita obra. Demasiadas vezes confundiu-se manutenção com transformação. Repavimentar ruas, reparar passeios, substituir sinalização ou reabilitar equipamentos públicos não são políticas visionárias. São obrigações básicas de qualquer município. A........

© Correio do Minho