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“Portugal, o orçamento e a...”

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21.10.2021

Adiscussão sobre o próximo Orçamento do Estado (OE) volta a provocar maior apreensão no País, como vem acontecendo nos últimos seis anos de governação socialista, sustentada na conhecida “geringonça” de esquerda, com a participação ativa de BE e PCP.
Com maiores ou menores dramatismos nos discursos inflamados dos partidos de esquerda e independentemente dos alertas do Presidente da República, a aprovação ou não da proposta de OE para 2022 continua a estar na exclusiva dependência da vontade e decisão de António Costa.
Se o primeiro-ministro e secretário-geral do PS preferir abrir uma crise política e provocar eleições antecipadas, não fará os habituais acordos com os “aliados” que o próprio escolheu, empolando os custos alegadamente insustentáveis das medidas propostas pelos parceiros de esquerda. Dessa forma, aproveitava desde já para eliminar dúvidas e discussões internas do PS sobre a sua própria recandidatura nas legislativas de 2023 e antecipava-se ao agravamento do desgaste de governação, como provam os resultados das últimas eleições autárquicas.
Para fazer aprovar o orçamento, a António Costa bastará conquistar 8 deputados para se juntarem aos 108 do PS, no universo da Assembleia da República que conta com 19 deputados do BE, 12 da CDU, 3 do PAN e 2........

© Correio do Minho


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