“Variante do Cávado ou BRT? ”
Reconheço que a questão é bastante complexa, com varáveis para quase todos os gostos, mas creio que essa circunstância não pode nem deve impedir a sua ampla discussão. Pela minha parte, não me escuso a falar do assunto, emitindo opinião sobre o mesmo, apesar de estar bem longe de ser um especialista na matéria.
Refiro-me, concretamente, às três principais questões de mobilidade na cidade de Braga, aquelas que mais espaço mediático têm ocupado, e tudo o indica, vão continuar a ser amplamente discutidas. São elas, por ordem de entrada na agenda dos responsáveis políticos e, consequentemente, na discussão nos fóruns de cidadania, o famigerado e sempre adiado Nó de Infias, o milagroso BRT, que deixou de o ser quando se viu reduzido a uma única linha, e a variante do Cávado, esta a mais recente, mas aquela que se revela de maior acuidade no momento presente.
Como se sabe, o prolongamento da chamada variante do Cávado, é hoje justamente considerada uma das infraestruturas mais estratégicas para a mobilidade de Braga. Com a sua execução ficará concluído um importante anel rodoviário, que permitirá o atravessamento da cidade sem passar pelas vias centrais as quais, como é público e notório, estão completamente congestionadas. Além disso, facilitará o acesso à futura estação dos comboios de alta velocidade.
As vantagens comparativas com a obra do Nó de Infias são, portanto, incomensuráveis. A ausência de visão estratégica dos últimos executivos municipais, ao reclamar a........





















Toi Staff
Sabine Sterk
Penny S. Tee
Gideon Levy
Waka Ikeda
Mark Travers Ph.d
Grant Arthur Gochin
Tarik Cyril Amar