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“O exemplo de Alex”

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15.11.2021

Quem me conhece sabe bem o quanto eu sou admirador e consumidor da “sétima arte” – termo há mais de uma centena de anos utilizado para designar o cinema. Gosto porque me entretém; gosto porque consigo destrinçar os aspetos artísticos que o envolvem – e que vão desde as interpretações, aos efeitos cénicos, à fotografia, à banda sonora, entre muitos outros. Mas gosto, também, porque sempre senti que o cinema contribuiu de sobremaneira didática para a minha formação, desde os tempos de petiz, até aos dias de hoje.

Julgo que nenhum dos meus leitores duvidará do papel importante que o cinema ocupa no plano da educação, seja no contexto da educação escolar ou da educação informal. Essa função faz parte da própria história do cinema. Aliás, julgo até que, do ponto de vista da educação formal, ainda há um défice de utilização do cinema como ferramenta para captar a atenção dos alunos, esquecendo-se a comunidade escolar de que é muito mais fácil, tanto para uma criança, quanto para um adulto, absorver informações advindas de estímulos audiovisuais.
Vêm estas cogitações a propósito da série "Criada", exclusivo da Netflix. Durante anos, confesso, resisti a aderir a uma das muitas plataformas de “streaming”........

© Correio do Minho


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