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Ode à capital dos sonhos

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22.04.2026

Escrevo este artigo na madrugada de 21 de abril, pouco antes do raiar do 66º aniversário de Brasília. A capital do Brasil é terra capital de esperança. É mãe que agasalha, nutre e aconchega. Quem chega aqui, alonga a vista no horizonte e expande os próprios horizontes. Brasília é força e recomeço em si mesma: as curvas sinuosas de seus palácios e monumentos dividem espaço com as linhas ousadas e repletas de uma genialidade que venceu o tempo. Oscar Niemeyer partiu há quase 14 anos, mas se imortalizou em um legado que atravessará gerações. Brasília também é celeiro de todas as fés, onde a espiritualidade aflora com a convicção de que pode conviver com todos os credos e religiões. Não à toa, a cidade nasceu do sonho de Dom Bosco, em 30 de agosto de 1833 — a terra que jorraria leite e mel. Como se uma centelha de inspiração divina traçasse o destino da uma nova metrópole.

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