A Miguel, Benício e Sarah |
No dia em que escutei meu filho chorar pela primeira vez, na maternidade, e quando o peguei nos braços, chorei. Com o coração inundado de amor, olhei nos olhinhos dele e roguei a Deus, a Jesus e à Nossa Senhora que iluminassem os passos dele. Voltei a chorar com o balbuciar das primeiras palavras, ao encontrá-lo de pé, no berço, e quando ensaiou os passos. Depois, nas duas formaturas. Eu daria a minha vida por ele.
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O que aconteceu em Itumbiara, na semana passada, também me fez chorar. De tristeza; de compaixão por aquela mãe, que teve Benício e Miguel arrancados de sua convivência; de raiva, por um "pai" que preferiu matar a proteger e amar infinitamente o que lhe deveria ser mais sagrado. Senti indignação ao ver dezenas de pessoas culpando uma mãe que morreu em vida. Julgaram-na como se uma........