Podemos renascer melhores
Pela primeira vez, dia desses fiz um voo tranquilo. Meu medo de avião, tão antigo quanto combatido com múltiplas estratégias, permanece em algum lugar, pois posso senti-lo. Mas de alguma forma é mais passivo, guardado no canto onde os medos seguem represados, compartimentados, sem muito espaço para sair. Ainda na seara dos confinamentos, sobrevivi bem demais a uma ressonância magnética, outro daqueles atordoamentos cotidianos que vez por outra precisamos enfrentar e nem sempre é fácil.
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E por que falo desses dois episódios aparentemente banais neste domingo de Páscoa? Porque também são renascimentos. Gosto de pensar........
