A dor que nos acompanha

Ao saber da morte do adolescente Rodrigo Castanheira após 16 dias em estado gravíssimo na UTI de um hospital em Águas Claras, revivi uma dor que nunca morre. Há mais de três décadas, acompanhei com revolta e incredulidade o assassinato de Marco Antônio Velasco, espancado por uma gangue numa quadra do Plano Piloto de Brasília. Filho de minha grande amiga Valéria, hoje também repousando na companhia de Deus, Marquinho não teve chance de defesa.

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Acompanhei durante muitos e muitos anos a vida de uma família transformada não apenas pelo luto, mas pela revolta de perder um filho, um irmão, um amor, pela batalha que se sucedeu em busca de........

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