O Ponto de Virada, Estratégia & Capital |
Seja bem-vindo. Toda semana a gente vai se encontrar aqui pra falar do que realmente tira o sono de quem empreende: como proteger o que você construiu antes que o problema bata na porta.
Vou tratar de reestruturação, recuperação judicial, blindagem patrimonial, sucessão e controle societário internacional. Mas sem juridiquês. A ideia é traduzir tudo isso em decisão prática. Daquelas que salvam a empresa, o produtor e a família junto.
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Por que escolhi falar disso? Porque vivo esses dois mundos todos os dias. Sou advogado e empresário. Sócio do Pimentel & Mochi Advogados Associados, onde toco casos complexos de reestruturação e briga de sócio. E também tô no chão de fábrica como gestor da Todeschini MS e da RP Imóveis. Já passei pelo setor público como Secretário de Governo e Presidente da Fundação de Cultura aqui de Campo Grande.
Essa mistura de Direito com negócio me ensinou uma coisa simples: esperar o problema crescer sai caro. Agir antes vira patrimônio que atravessa geração.
partir da Lei 14.754, muita coisa mudou. Ter controle societário internacional deixou de ser “coisa de rico” e virou estratégia de proteção. Não é sobre esconder dinheiro lá fora. É sobre colocar o comando da empresa num lugar mais seguro, com regra clara, pra não deixar sua família e seu negócio expostos a qualquer ventania aqui.
O que você vai ler aqui toda semana?
Primeiro: como salvar o negócio. Reestruturação não é vergonha. É ferramenta. RJ bem feita reorganiza dívida, alivia o caixa e mantém a porta aberta. Já vi empresa voltar a crescer depois dela.
Segundo: como blindar do jeito certo. Blindagem não é truque. É estrutura: holding, acordo de sócios, separação de risco. E sim, quando fizer sentido, estrutura internacional. Tudo dentro da lei.
Terceiro: como não travar a empresa quando o dono faltar. Sucessão por controle societário evita aquele inventário infinito. A empresa continua rodando e a família não briga por causa de papel.
Quarto: quando faz sentido olhar pra fora do país. Não é pra todo mundo. Mas se você tem patrimônio relevante ou quer deixar legado, ignorar isso hoje é risco.
E o risco de não fazer nada? É simples: tudo no CPF é tudo exposto. Um processo, um divórcio, uma morte sem planejamento, e a empresa pode parar. E quando ela para, todo mundo perde.
Minha promessa aqui é essa: falar de igual pra igual. Trazer o problema real e o caminho possível. Porque entre o risco e a decisão, tem muita técnica. E é ela que traz solidez, segurança e paz pra você dormir tranquilo.
Semana que vem: Controle societário internacional: o que muda na prática após a Lei 14.754?
Rodrigo Gonçalves Pimentel é advogado (OAB/SP 421.329 | OAB/DF 68.003 | OAB/MS 16.250), empresário e corretor de imóveis (CRECI/MS 11.939). Sócio do Pimentel & Mochi Advogados e gestor da Todeschini MS e RP Imóveis. Foi Secretário de Governo e Presidente da Fundação de Cultura de Campo Grande.
Siga no Instagram: @rodrigogpimentell