E o mundo não acabou...
Desta vez, as previsões pareciam consistentes. Analistas do cenário internacional acreditavam que as ameaças de varrer do mapa as antigas civilizações persas, com consequências para uma periferia já traumatizada por guerras e longas hostilidades, estariam à beira de ter lugar. Nos Estados Unidos, Donald Trump bufava. Como sairia das humilhações de um adversário minúsculo, desprovido de poderio bélico e apenas munido da vontade de resistir? Fazer face a um contendor do tipo, só com uma exibição de força de provocar inveja aos grandes tiranos, como Hitler, quem sabe... As visões do apocalipse determinavam que não reveríamos a luz do dia, os instantes de ternura, o soar dos passarinhos, mergulhados na eternidade da estupidez em seus piores desvarios.
Como assinala o........
