O jogo de poder dos Emirados Árabes Unidos

Então MbZ – o único dono dos EAU – decidiu deixar a OPEC e a OPEC .

Os minions do Sindicato Epstein estão vendo nisso uma sofisticada jogada da Nova Ordem Energética.  

Aparentemente, a jogada faz sentido. Os EAU gastaram uma fortuna para aumentar sua capacidade de produção para cinco milhões de barris de petróleo por dia.   

Mas, segundo as regras da OPEC , sua cota era muito mais baixa, ficando em torno de 3,4 milhões de barris por dia.  

Então eles partiram para a monetização. Agora, em tese, eles podem vender o quanto quiserem, e a demanda dos países asiáticos como China, Japão e Índia permanece alta.  

A Arábia Saudita, por outro lado – a grande potência da OPEC e uma das duas maiores da OPEC , juntamente com a Rússia – será forçada a manter baixa sua produção para que os preços não desabem.  

A relação Abu Dhabi-Riad se tornou incontrolavelmente incandescente. Afinal, ambos competem pelas mesmas fontes de investimentos externos.  

Abu Dhabi calculou que o setor de energia iraniano estava passando por grandes dificuldades (não está: Teerã tem um PhD em Resistência sob Pressão, e sempre encontra saídas alternativas).  Então, para MbZ, o Irã estaria acabado como grande concorrente no mercado – por muito tempo. Entra em cena os EAU como fornecedor estável de alta capacidade.  

Por fim, entra em cena o Império da Pirataria. Trump é obcecado com um aumento da oferta levando a preços de petróleo mais baixos. Aqui, portanto, temos MbZ diretamente alinhado a Trump. O que já acontecia desde os Acordos de Abraão, a promessa de investimentos no valor de 1,4 trilhões de dólares na........

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