Lula transforma interrogatório do JN em show de vitalidade
A entrevista de Lula ao Jornal Nacional teve os 40 minutos concedidos a todos os candidatos. Com um detalhe que não é irrelevante: mais da metade do tempo, nos 22 minutos iniciais, foi dedicada a um interrogatório em ritmo acelerado, para que o presidente não tivesse tempo para pensar.
Não foi assim com os que o antecederam no JN. Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos tiveram outro tratamento. Lula não foi entrevistado. Foi interrogado por Cesar Tralli e Renata Vasconcellos.
Depois de insistirem nas suspeitas em torno de Fábio Luís e da lobista do empréstimo ao ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, de Jaques Wagner e do caso Master e de Carlos Lupi nas fraudes do INSS, Renata Vasconcellos disse que passaria a perguntar sobre a questão fiscal.
Fecharam o cerco sobre “escândalos” e passaram depois à pauta de interesse da Faria Lima, onde mais de 40 fintechs foram flagradas como máfias a serviço da lavagem de dinheiro do PCC. Mas........
