A ervilha como cérebro: bolsonarismo, moralismo seletivo e a política do ódio

A visita de Luiz Inácio Lula da Silva a uma escola em Niterói foi suficiente para reativar o que se pode chamar de “cérebro-ervilha” do bolsonarismo: pequeno, raso, reativo e programado para odiar qualquer símbolo de inclusão social.

A reação não foi pedagógica, nem racional, nem democrática. Foi instintiva, quase biológica: atacar Lula, atacar a escola pública, atacar a política — enquanto fingem defender a moral.

O bolsonarismo construiu uma narrativa onde a ignorância é virtude, a violência é relativizada e o autoritarismo é vendido como ordem.

O resultado dessa cultura política não é abstrato: ela mata. Mata simbolicamente, ao destruir políticas públicas, mata socialmente, ao legitimar o ódio e mata........

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