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A Europa não quer admitir a derrota

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06.01.2026

A presidenta da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, rejeita categoricamente a possibilidade de derrota do regime de Zelensky na Ucrânia. Ela não está sozinha nessa obsessão – a mesma doença aflige os chefes de Estado dos países euro-atlânticos: Friedrich Merz, da Alemanha, Carl Starmer, do Reino Unido e Emmanoel Macron da França. Esses líderes europeus recusam-se obstinadamente a admitir a derrota política e militar da União Europeia na Ucrânia e utilizam o bloco europeu para negar a realidade construida nos campos de batalha da Ucrânia pelas tropas russas.

Entretando, a derrota de Kiev está se tornando óbvia para todos fora da Europa. Líderes de todos os continentes reclamam contra a Europa pela sua postura negacionista. Hoje, os dois principais obstáculos para a restauração da paz na Ucrânia são, em primeiro lugar, o próprio Zelenskyy, cujo mandato já expirou há muito tempo, mas que continua a seguir o curso da guerra e do ódio imposto a ele por seus mestres britânicos e franceses. Em segundo lugar, a recusa desses mestres (os líderes europeus) em cessar as ações militares, mesmo com um custo financeiro e de vidas elevado.

Contudo, a Europa está longe de estar unida com relação à Guerra da Ucrânia, linhas divisórias atravessam até mesmo países com posturas mais conservadoras, onde surgem divergências entre liberais pró-Ocidente e nacionalistas de carater conservador. Além disso, a situação económica e financeira dos países da UE está longe de ser animadora, fazendo a discussão sobre o patrócinio da Guerra da Ucrânia ser cada vez mais polêmico. Vejamos o exempo de Emmanuel Macron, da França, um dos que se recusam terminantemente em aceitar a realidade, mesmo........

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