Diretoria de Galípolo sonega documentos da gestão Campos Neto, e deixa Lula com pecha de corrupção do Master
O Banco Central/BC sonega informações solicitadas via Lei de Acesso à Informação [LAI] a respeito do processo da gestão de Roberto Campos Neto que autorizou a aquisição do Banco Máxima por Daniel Vorcaro sem comprovação de origem lícita dos R$ 40 milhões usados pelo banqueiro naquela transação.
A instituição atendeu apenas pequena parte do solicitado no pedido de 16 de março passado, e disponibilizou somente dois documentos – isso depois de prorrogar em 10 dias o atendimento com a alegação de “complexidade para elaborar resposta”.
Um documento foi o Voto nº 020/2019-BCB, de 13 de fevereiros de 2019, do diretor Sidnei Corrêa Marques, da Diretoria de Organização do Sistema Financeiro e Resolução [DIORF] durante a gestão de Ilan Goldfajn, que indeferiu o pleito de Vorcaro para assumir o controle do Banco Máxima, posteriormente denominado Banco Master.
E o segundo documento foi o Voto 218/2019-BCB, de 14 de outubro de 2019, de João Manoel Pinho de Mello, da diretoria de Campos Neto, que autorizou o negócio mesmo com as “várias inconsistências que se mostraram de difícil superação” e a falta de comprovação “clara e inequívoca” da origem dos R$ 40 milhões apontadas no voto de Sidnei Marques.
O BC informou que “os demais documentos solicitados [da íntegra do processo........
