PGR duvida da existência de contrato com Master |
Devido à desinformação oriunda de interpretação equivocada e/ou mal-intencionada sobre despacho do procurador-geral da República na última segunda-feira, 29 de dezembro de 2025, submeti o teor desse despacho a especialistas como linguista e jurista.
O resultado da análise tripartite do material, produto da opção deste que escreve pelo bom jornalismo no estrito sentido da palavra, você confere agora.
O texto de Paulo Gonet foi vazado no mesmo dia de sua emissão. O procurador-geral da República, a certa altura da decisão em tela sobre representação criminal contra o ministro Alexandre de Moraes, tratou da seguinte forma o material que lhe foi apresentado:
“(...) No que tange ao contrato mencionado entre a doutora Viviane Barci de Moraes e o Banco Master, não se vislumbra, a priori, qualquer ilicitude que justifique a intervenção desta instância (...)"
A frase em questão foi proferida por Paulo Gonet Branco, procurador-geral da República (PGR) do Brasil, em um despacho sigiloso datado de 27 de dezembro de 2025, no qual ele determinou o arquivamento de uma representação criminal.
O despacho sigiloso foi vazado por fonte incerta e não sabida.
Vale explicar que o documento, que tramitava em sigilo na Procuradoria-Geral da República (PGR), teve seu conteúdo revelado por veículos de mídia no dia 29 de dezembro de 2025 —........