Seu Jair pediu dois soldados e levou uma sogra
Enquanto a Mídia se distrai com o fogaréu no STF, Jair Bolsonaro tenta passar a sua boiada no tribunal, para colocar para dentro da sua residência/prisão domiciliar, os amigos de outros tempos, mas que hoje lhe poderiam ser úteis. Ele já perdeu 10 armas de grosso calibre encontradas em seu poder – sem dar baixa –, e que o ministro Alexandre de Moraes mandou destruir, já ficou sem a norinha “leva-e-traz”, que pretendia atuar como sua “dentista” (a profissão dela é esta, juntaria o útil ao agradável) e tentou ter o cunhado como “cuidador”. Não colou. A última do Jair foi querer como “visitas permanentes”, Sérgio Rocha Cordeiro e Max Guilherme Machado de Moura, seus ex-assessores e auxiliares próximos. Não levou, mas como prêmio de consolação, foi agraciado com a sogra de Flávio Bolsonaro.
Numa busca rápida no Gemini, fica-se sabendo, ou pelo menos é o que veio como resposta, que Max Guilherme Machado de Moura é ex-sargento do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) do Rio de Janeiro. Ele atuou na segurança pessoal de Bolsonaro desde a época em que este exercia o mandato de deputado federal, acompanhando-o posteriormente para o Palácio do Planalto como assessor especial.
Nada mal para ser requisitados para prestar serviços (?) semanais ao seu Jair, uma vez por semana. Eles trabalhariam em que mesmo?
Já Sérgio Rocha Cordeiro é capitão da reserva do Exército........
