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O golpe falhou, mas resta saber o que os ministros vão dizer em casa

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21.09.2026

Não deu certo. Quer dizer, não na proporção do que eles devem ter planejado. No dia 4 de setembro (neste mês, deste ano), depois de arrebanhar dados compilados por agentes ou delegados da Polícia Federal, nos quais apareciam os nomes de colegas, o ministro André Mendonça veio a público com o compilado e, ainda que não tivesse as provas todas em mãos, resolveu colocar os nomes dos colegas de Corte a nu, para toda a sociedade e a mídia. Eram muitas as novidades e, ainda mais, novidades com potencial de implodir candidaturas e virar a pauta das eleições pelo avesso.

Investidos de uma dedicação quase religiosa, todos os meios repercutiram à exaustão o que foi exibido por André Mendonça. Pronto. Estava cumprida a missão do ministro “terrivelmente evangélico”, que nessa condição só teria mesmo que partir para ações que justificassem o seu epíteto. Nada de campanha, nada de propostas e plataformas de governo. A “tarefa” era desviar o foco eleitoral para atitudes reprováveis........

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