Guerra implode a financeirização econômica global e cria novo eixo do poder internacional
Pânico no mundo do rentismo especulativo da riqueza fictícia: um dos maiores fundos de investimento do planeta Terra, a BlackRock, com ativos de 2 trilhões de dólares, estaria se desmoronando junto com a guerra desencadeada, segundo o autor, sem motivo por Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Apavorados com a possibilidade de perder suas poupanças, rentistas especuladores correm aos caixas dos fundos mais famosos de Wall Street para tentar salvar seu dinheiro. No entanto, segundo a análise apresentada, os caixas desses fundos teriam sido fechados para balanço.
Não estariam deixando sair recursos para evitar um colapso.
Na prática, o que existiria seriam papéis especulativos que vinham rendendo, de forma fictícia, juros elevados — situação que o autor compara ao caso brasileiro, com a taxa Selic entre as mais altas do mundo, perdendo apenas para a Turquia.
Investidores tentariam, desesperadamente, sacar recursos, mas não haveria o que retirar, porque o dinheiro real correspondente à papelada especulativa seria, na visão apresentada, uma ilusão.
As próximas semanas seriam decisivas.
O império da financeirização global, representado no maior fundo financeiro do mundo, a BlackRock, estaria decretando a impossibilidade de atender à demanda de rentistas que tentam retirar seus recursos.
Segundo essa leitura, a moeda real não estaria no caixa da BlackRock, mas nos poços de petróleo do Oriente Médio, atualmente em chamas em decorrência dos bombardeios de mísseis supersônicos iranianos.
Esses ataques atingiriam bases militares dos Estados Unidos no Golfo Pérsico e refinarias de petróleo, muitas delas com capital americano associado às monarquias árabes........
