A indústria cultural do império |
Recentemente, a teoria virou prática novamente, Donald Trump invadiu a Venezuela, cujo pretexto: devolver a democracia ao povo venezuelano. A ação militar liderada pelo chefe do executivo estadunidense se confirmou com destruição e sequestro do presidente, Nicolás Maduro e sua esposa.
A democracia sempre romantizada em Hollywood, mais uma vez ganha o tom, mas que na sua essência, não passa de uma ‘cortina de fumaça’, para manipular a opinião pública e construir um mundo maniqueísta de ‘espantalhos’ e ‘zumbis’, guerra sem uma justificativa, mas uma razão real: deter o petróleo venezuelano (maior reserva do planeta). Na coletiva de Imprensa, Trump mandou um recado para os demais líderes latinos, ‘aceitarem a nova ordem de poder e a subserviência aos interesses norte-americanos’, já em forma de indireta a Colômbia, outro alvo iminente.
O que se contextualiza historicamente, é o modus operandis do imperialismo, seja como protagonista ou como gerenciamento de diversas guerras pelo mundo. Se o terrorismo cantarolado pelo ocidente, de grupos, facções radicalizadas em torno do fundamentalismo religioso. O crescimento da ordem do terror se deve a sistematização da guerra, financiar regimes, em prol de riquezas: petróleo, minerais, etc..
Me recordo uma breve conversa com um professor francês que dizia o seguinte: “Estados Unidos é a maior máquina de genocídio do planeta. Destruir, matar é negócio. Grandes destruições demandam grandes reservas de dinheiro para a sua reconstrução. É nesse cenário que as tropas estadunidenses surgem, como verdadeiros parasitas. Empréstimos, dívidas eternas ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e a certeza da colonização, ou seja, domínio de........