Passar para a outra margem

O tempo assume-se como uma peça fundamental na reflexão, na reconstrução, no mapeamento das decisões, no desenho de um caminho que não necessita de ser novo, pode apenas ser aperfeiçoado.

Passar para a outra margem não é necessariamente a busca da solidão ou de um isolamento forçado, “pode sempre significar caminhar com outro passo pelos caminhos que já fazemos todos os dias”, como tão bem........

© A Voz de Trás-os-Montes