Os primeiros reforços de inverno

Durante a pré-temporada, os treinos e os jogos amigáveis permitem aos treinadores avaliar o desempenho individual e coletivo, mas é num contexto competitivo que as fragilidades coletivas ficam mais evidentes.

Os primeiros jogos oficiais normalmente revelam padrões de jogo, lacunas táticas e desequilíbrios nas posições que, muitas vezes, não eram visíveis em treino ou jogos de preparação. Uma defesa pode mostrar dificuldades frente a adversários com maior aceleração ou com equipas de transição rápida ou o meio-campo pode ter problemas na transição entre defesa e ataque. Estes sinais tornam-se fundamentais para orientar decisões estratégicas, seja na adaptação de esquemas táticos, seja na necessidade de reforços durante o mercado de transferências.

Por outro lado, no decorrer da época e com o acumular de jogos, há lesões e jogadores que não correm ou jogam aquilo que o treinador esperava deles. Só com o decorrer da época é possível identificar com clareza onde a equipa precisa de reforços e onde é possível otimizar a performance coletiva, garantindo que as soluções adotadas correspondam às exigências reais do campeonato e restantes competições.

O mercado de reforços de inverno no futebol só abre no início de janeiro, mas há quem pense numa fase zero dessa janela de oportunidade para melhorar a equipa: o regresso dos lesionados. Nessa base, vou elaborar o meu top-10 de reforços de inverno com esse critério: jogadores praticamente recuperados e que perderam a maioria ou a totalidade dos jogos da primeira metade da época.

Este ranking de jogadores que regressam de lesão é baseado em diversos fatores como o nível do jogador e a sua importância para o clube, sendo que tem de haver uma probabilidade real de impacto após o regresso.

1.º Debast (Sporting).

A recuperar de lesão desde o final de outubro, está neste momento perto do regresso. Será uma grande ajuda para a equipa de Rui Borges, já que não pode contar com Diomande nas próximas semanas, por estar presente na CAN.

2.º