Rastreio ocular |
Em Braga, aconteceu um desafio interessante, em ambiente de jogo grande e com períodos de domínio repartido de alta intensidade. Encontro sem dúvida difícil de dirigir, dado o ritmo e a importância do duelo, mas com a arbitragem, mais uma vez, como triste protagonista e pior equipa em campo. Desta vez, nem foi questão de intensidade, nem de interpretação, só a incompetência levada ao extremo.
Aquilo a que temos assistido justifica uma reciclagem urgente dos árbitros nacionais. Verificar a saúde ocular, rever as regras e visionar a arbitragem de outros campeonatos poderia ser útil. Ao mesmo tempo, o árbitro é o máximo responsável pelo jogo e dá a cara, não devendo ser refém da inércia ou tendência de quem avalia sentado, com meios técnicos que supostamente lhes permitem decidir melhor. Até algo ser feito, VAR à parte, a nossa arbitragem continua a arrastar o seu perfil decadente de muito apito e pouco acerto.
Voltando ao jogo vibrante e competitivo que vimos, o que de mais saudável e verdadeiro se viu foi um par de grandes golos de bola corrida. O golo de Pau Victor é espetacular, de puro talento em pouco espaço e controle absoluto no drible até à finalização. O remate de Ausrnes também é um momento especial. De fora da área e quase sem balanço, só poderia resultar em golo se fosse muito puxado a um canto. O último instante para definir o lado para onde rematar é uma das valias que diferenciam o remate do médio do Benfica e que retardam a resposta de quem defende.
Em relação ao penálti, nada a dizer. Segue o atual critério absurdo da bola no braço, em que........